7 de setembro de 2010

É Do Meu Cotidiano

Ás vezes acontece de eu bater no mesmo ponto
Ás vezes eu sinto saudades da poeira da estante
Aquela música nunca sai da minha cabeça
Eu quero continuar a estar aqui
De novo nesse mundo
Eu não vou embora

Tá sentindo o que é meu?
São dois lados agora
Nada pra se perder
Nada pra jogar fora

O infinito pra mim é válido
Conto 1,2,3...
E começo a rodar
Toda cena que eu estiver
Você também vais estar

O estrago já pode ter sido feito
Mas eu nunca me esquivo
Eu ainda pretendo dizer
Viver, morrer
Mudar de planos

Vou manter minha sombra fora de sua parede
Vou fazer de conta que ainda falo sozinha
Juntando pedaços, casas e fotografias
Mudanças catastróficas
Egoísmo, tristeza e hipocrisia
Eu creio que o som 
Do meu grito de livre-arbítrio
chegue  primeiro que o seu retorno

Agora responda baixinho
Tem alguém ai?
Tem alguém com medo?
O que você acha que eu sou capaz 
De fazer aqui dentro?
Quer tentar?
Quer ouvir?
Detalhe:
O meu nome é o mesmo

Seu destino é o meu destino
Seja o lugar que for
No começo nada parece mudar
Posso pular de cidade a cidade
Mesmo assim você não vai me derrubar
Aceite isso logo
Aceita
O meu nome é o mesmo
Vidas sofridas e bandidas
Lutaremos pra ser os mesmos

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